sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Pilates Suspenso



Venha conhecer o novo método que está revolucionando o conceito de atividade física!
O Pilates suspenso utiliza a suspensão do corpo como carga de trabalho. É um sistema portátil de faixas aprimorado e adaptado.
O sistema de suspensão, uma novidade na reabilitação e no treinamento funcional, permite o desenvolvimento imediato do core e da força funcional, baseada na estabilização e na integração uniforme das cadeias musculares. Utiliza o peso corporal do usuário para criar inúmeros padrões de resistência.
Adaptado e seguro para as fases de reabilitação, é indicado no pilates e para qualquer nível de condicionamento físico incluindo atletas de alta performance.
O sistema de faixas é fixo à parede e possibilita a execução de mais de 100 exercícios em suspensão, resistência, força, alongamento e tração.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Pilates contra o envelhecimento


Se existe uma certeza absoluta, é que iremos envelhecer algum dia. E nada melhor do que prevenir algumas das consequências do envelhecimento – praticar Pilates.
O método Pilates previne o surgimento e ajuda a melhorar uma má postura, comum à terceira idade, caracterizada por um aumento da curvatura torácica (hipercifose), redução da curvatura da lombar (retificação lombar), cabeça projetada para frente, ombros curvados, deslocamento da articulação do quadril e muitas outras alterações.

Uma postura errada leva ao mau funcionamento do diafragma (músculo respiratório), pois este se insere em vários locais da coluna vertebral. Quando o diafragma é acionado em um exercício do Pilates, ocorre um relaxamento e consequentemente a coluna é posicionada de forma correta.

A flexibilidade é outro ponto importante. Ela é reduzida com o envelhecimento devido ao aumento de ligações de colágeno intra e intermolecular, que dificulta o deslizamento das proteínas - ou melhor dizendo, dos músculos - sobretudo se o individuo nunca praticou atividade física. Nos exercícios de Pilates os alongamentos são estimulados sempre, no início, durante e no final das aulas. As articulações mal alinhadas e frouxas são vilãs para o surgimento da osteoartrose (AO) - aquela famosa dor que surge principalmente em dias mais frios e após sobrecarregar as articulações.

Uma prática regular de Pilates, com auxílio de alongamentos, reposicionamento de articulações e exercícios de fortalecimento, ativa a circulação e reduz a dor de forma contínua.

O Pilates também estimula a produção e a demanda de cálcio para os ossos que possam estar fragilizados, proporcionando lubrificação e aumento da amplitude dos movimentos para as articulações acometidas, respeitando os limites e avanços de cada um dentro das aulas.
Um dos resultados não é só uma coluna mais saudável, mas também forte. Através os exercícios o equilíbrio é restabelecido, restaurando, as conexões responsáveis pela sensação de segurança ao caminhar ou a realizar as atividades do dia-dia por exemplo.
Portanto, o fortalecimento dos músculos que sustentam a coluna é de fundamental importância para evitar o aparecimento dessas lesões.

“Envelhecer” não significa “ser velho” ou “ser idoso”, mas sim um processo natural do nosso corpo às agressões e desgastes físicos diários. Muitos jovens tem sintomas de envelhecimento, e muitos idosos parecem nunca envelhecer.

Deixo uma frase de Joseph Pilates para reflexão:

“Se aos 30 anos você está sem flexibilidade e fora de forma, você é um velho. Se aos 60 anos você é flexível e forte, você é um jovem.”

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

RPG: corpo alinhado em 6 posturas


Sentar na cadeira em frente ao computador por horas a fio, andar com salto alto, segurar o filho no colo, se acomodar no sofá ou na cama. Reparou em como você se comporta nas pequenas atividades do cotidiano? Normalmente a coluna é mal tratada.

O resultado da má postura é a dor - que varia da hérnia de disco àquela ocasionada por movimentos repetitivos no trabalho ou no esporte. Para solucionar esse mal estar, existe uma técnica da fisioterapia criada no início da década de 70 pelo francês Philippe Souchard. É a Reeducação Postural Global, a conhecida RPG.
A técnica é baseada em seis posturas específicas que têm como foco o alongamento muscular, o trabalho respiratório e o fortalecimento de músculos fundamentais para a melhora do alinhamento postural. Cada uma delas dura normalmente 20 minutos, em sessões de 1 hora. A roupa deve ser leve, geralmente duas peças – biquíni ou top e shorts. Não é necessário o uso do tênis.
A atenção não é voltada apenas à correção da postura e ao fortalecimento dos músculos, mas também à respiração adequada. Deitado, sentado ou em pé, o paciente deve ter participação ativa durante o tratamento e o que foi trabalhado na sessão deverá ser levado para além das paredes do consultório. Chega às atitudes no dia-a-dia.
A pessoa tem que sair do consultório e levar o que aprendeu para as atividades dela.
Não existe limite de idade para utilizar essa técnica. De crianças a idosos, todos podem ser tratados, desde que o médico tenha recomendado. A RPG não ajuda apenas a tratar as dores. Também pode ser uma ótima aliada na hora de prevenir. A ideia é a mesma: ensinar a posição adequada.
Reconhecer uma grande alteração postural – que pode causar danos articulados no futuro.
É preciso aplicar o que aprendeu: na rotina, quando se fica sentado por oito horas em frente ao computador
Passo-a-passo
A primeira sessão é direcionada a entender o histórico do paciente, ou seja, conhecer seus costumes e hobbies e realizar a avaliação postural. Os objetivos de quem procura o tratamento são levados em conta: alívio da dor, alinhamento da postura, prática de atividades físicas sem dor, bem-estar e ganho de flexibilidade muscular.
A partir da segunda sessão são indicadas as posturas para determinada queixa. São as mesmas para todos os pacientes. Entretanto, dependendo do diagnóstico, o foco é mais acentuado em algumas delas. Existem dois grandes grupos musculares: o posterior e o anterior. Para cada um deles há exercícios diferentes.
Os resultados geralmente aparecem depois da décima sessão sendo que, em alguns casos, esse número é suficiente. Após o término do atendimento, o paciente deve continuar fazendo os exercícios aprendidos e tomar conta para que a coluna esteja sempre ereta.
Fonte: http://www.einstein.br

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Novo conceito de postura pede corpo mais flexível - Folha.com


 As novas teorias apostam mais na flexibilidade do que em modelos de colocação “certa” do corpo.
“Não existe uma boa postura estática. Os estudos de ponta da ergonomia dizem que a melhor postura é aquela em que você pode se mexer, se ajeitar”, afirma a fisioterapeuta Maria Emília Mendonça.
Não quer dizer que não existam regras saudáveis de postura. “A gente tem que saber se sentar direito, ficar em pé de uma forma boa. Mas o mais interessante é ter um corpo que se modifica conforme a solicitação do momento”, diz André Trindade, psicólogo especializado em psicomotricidade.
Trocar a perseguição de uma postura ideal pelo corpo possível tira um peso das costas de muita gente. O que é ótimo tanto para o esqueleto quanto para a mente, segundo o médico e psicólogo Saulo Cardoso.
Ele segue uma linha terapêutica desenvolvida pelo norte-americano Stanley Keleman. De acordo com sua teoria da “anatomia emocional”, as áreas do cérebro ligadas às emoções tanto regulam como são reguladas pelas regiões responsáveis pelo controle motor e muscular.
A Folha não usa postura como sinônimo de atitude, mas, para muitas pessoas, esse sentido colou à palavra. A causa pode ser a percepção de que a organização corporal, as emoções e os comportamentos não andam separados.



ESTADOS EMOCIONAIS
“Postura nunca é uma coisa só física; é a forma como você se coloca diante do mundo”, diz Mendonça.
Uma pesquisa da Unifesp confirmou isso. Cerca de 30 voluntários passaram por testes padronizados para avaliar sintomas de depressão e de ansiedade. Depois, foram fotografados em pé e sentados. As posturas foram analisadas por fisioterapeutas.
Cruzando as informações, os pesquisadores descobriram que desvios corporais específicos se relacionavam consistentemente aos estados emocionais -por exemplo, cabeça projetada em quem estava ansioso, ombros elevados quando a pessoa estava mais alegre e peito fechado nos deprimidos.
“Algumas coisas podem parecer óbvias, mas poucos percebem, porque as alterações [na organização corporal] formam uma espécie de couraça muscular, que passa a ser o ‘natural’, e a pessoa fica rígida naquela postura”, diz José Roberto Leite, coordenador do departamento de psicobiologia da Unifesp, onde foi feito o estudo.
Desarmar a postura e sair da rigidez é um canal para tentar manter “a espinha ereta (ou melhor, flexível) e o coração tranquilo” -mas nem tudo é simples assim.
“Às vezes, a pessoa tenta mudar seu corpo a partir de um modelo fixo e acaba se engessando em outra postura dita como correta. Mas você tem que trabalhar a postura na mobilidade. O que a gente pode fazer é ‘entrar’ na postura, ‘sair’ da postura, entrar de novo”, diz a fisioterapeuta e professora de dança Betty Gervitz.
Na vida real, mesmo quem é do ramo não consegue ficar certinho o tempo todo.
“Conheço tudo sobre ficar bem sentada, mas, quando estava escrevendo minha tese de doutorado, acabava desabando na cadeira. Mas sabia como compensar, levantava, ativava os músculos”, conta Maria Emília, que é professora de ginástica holística.
Ficar muito tempo sentado é o grande nó postural da atualidade. “O corpo se constrói sob a ação da gravidade. Precisamos ficar em pé”, afirma Maria Emília Mendonça.
Horas em frente ao computador criam uma cascata de efeitos no corpo e na mente. Uma questão é o olhar. “Para ler na tela, fixamos o olho, e a tendência é enrijecer o pescoço”, diz Mendonça.
O olhar determina a postura. No sentido literal, porque ao olhar para frente a pessoa automaticamente alinha o pescoço e a cadeia de músculos e articulações seguintes. E no sentido figurado, porque é preciso saber se olhar para ganhar consciência corporal.
“A grande dificuldade de quem vai dançar é ter de se encarar no espelho, reconhecer suas limitações. Mas é um jeito possível e prazeroso de descobrir qual é a melhor postura para cada um”, diz Betty Gervitz.
Não precisa ser dança. Tirar a bunda da cadeira sempre é bom. “Quem fica só sentado não usa os glúteos e não tem força de reação ao solo, que transmite ao corpo as informações da força de gravidade. Isso deixa a pessoa meio anestesiada. É forte dizer isso, mas amortece a capacidade de julgamento”, acredita Mendonça.
De novo, variar posições é um segredo. Outro é lembrar que a coluna não é o eixo de sustentação. “O que nos sustenta são pernas, pélvis, glúteos”, afirma Mendonça.
Finalmente, relaxar é tão importante para a postura quanto o trabalho muscular, diz André Trindade. “A gente quer movimento, descanso e variedade. É o que o corpo e a cabeça precisam.”

 Texto: Iara Biderman- Folha.com
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