quinta-feira, 29 de agosto de 2013
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Curiosidades sobre a prática de exercícios
É
verdade… A hidratação é
fundamental para o bom rendimento em qualquer tipo de exercício. Mantemos assim
a temperatura ideal do corpo, que transpira e evapora o suor, eliminando parte
do calor e substâncias importantes para o equilíbrio interno do corpo, como
água e sais minerais. Essa perda varia um pouco de acordo com o peso de cada
pessoa, a temperatura e a umidade relativa do ar.
Se a hidratação não ocorrer de maneira adequada, o organismo
desenvolve um estado de desidratação, você vai perceber uma queda
no seu rendimento físico através
das sensações de fadiga e superaquecimento do corpo, aumentando o risco de
doenças provocadas pelo calor.
Como funciona
A desidratação ocorre, principalmente, pela perda
de líquido no
suor, que pode chegar a até dois litros/hora. O que vai influenciar no volume
da perda são as condições ambientais, o condicionamento físico, o clima, a
intensidade do esforço e o tempo de exposição aos exercícios.
E a maneira ideal de repor esses líquidos é com a ingestão de
soluções hidroglicoeletrolíticas, aquelas ‘bebidas desportivas’ que a gente vê nas academias.
Além da água e dos sais minerais, elas têm carboidratos que fornecem energia
para os músculos em movimento, ajudando na melhora da performance. Abuse delas
para se hidratar bem!
O Colégio Americano de Medicina
Esportiva criou um
guia para orientar a reposição dessas substâncias. Segundo o manual, ela deve
ocorrer antes, durante e depois dos exercícios, com algumas recomendações de
acordo com a duração dos treinos. Quem faz menos de uma hora de atividade, por exemplo, precisa repor
apenas água, pois consumir carboidratos pode prejudicar o esvaziamento
gástrico. De uma a três horas, é indicada a reposição
hídrica e do substrato energético. Já para quem faz mais
de três horas de
exercícios, pela intensidade do esforço, precisa também de sódio e outros
eletrólitos para repor o gasto de energia.
REVISTA PILATES - Por Rafaela Porto
Instrutora Certificada STOTT PILATES™
Instrutora Certificada STOTT PILATES™
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Pilates é Tudo isso? (Folha de São Paulo)
Tão bom quanto outros, o método dominou o mercado,
caiu nas graças dos médicos e ganhou legiões de devotos -apesar de suas
limitações e da proliferação de instrutores malformados|
Gabo Morales/Folhapress
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IARA BIDERMAN
DE SÃO PAULO |
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Dor nas costas, barriga, sedentarismo? Seus
problemas acabaram: faça pilates.
A propaganda do método desenvolvido pelo alemão
Joseph Pilates (1883-1967) não é tão explícita assim, mas o pacote de
benefícios colou no imaginário popular.
O sucesso é explicado por uma feliz combinação de
fatores, a começar pelas qualidades da técnica. O pilates tem uma gama enorme
de exercícios, adaptáveis a diversas condições físicas e objetivos, que
organizam a postura e servem tanto para reabilitação quanto para a conquista de boa forma.
As qualidades foram incensadas por bonitos e
famosos, atraindo investidores do mercado da malhação.
Com o crescimento rápido, vieram os efeitos
colaterais. "Os estabelecimentos precisam de professores para 'começar
ontem' e os profissionais têm que estar prontos 'amanhã' para trabalhar. Aí surge formação por vídeo, curso de
final de semana...", diz Alice Becker, pioneira na formação de instrutores
no Brasil e uma das criadoras da Aliança Brasileira de Pilates.
No Brasil, a profissão não é regulamentada, mas há
padrões internacionais que servem para checar a qualificação do professor: ele
deve ter feito um curso de 400 a 450 horas, incluindo aulas práticas com os
aparelhos principais: trapézio, "reformer", cadeira e barril. Para
saber, só perguntando ao professor onde ele se formou e se informando sobre a
escola.
PÚBLICO DE RISCO
A formação deficiente é a primeira sombra no cenário
maravilhoso atribuído ao método. "Todo mundo quer fazer achando que é
indicado para tudo, sem avaliação, sem profissional habilitado. Esse pilates
malfeito vai acabar queimando o filme do bom pilates", teme a
fisioterapeuta Janaína Cintas, que tem especialização no método e em outras
técnicas.
Por enquanto, o potencial do pilates faz o público
apostar em suas vantagens. "O método é tão consistente que até quem não
tem boa especialização faz algum sucesso, mantém seus alunos. Mas isso pode
causar problemas", diz Alexandre Ohl, coordenador de pós-graduação em
pilates na Unip (Universidade Paulista) e professor da Bodytech de São Paulo.
O risco aumenta porque justamente a população com
problemas (dor na coluna, osteoporose, sedentária) é a mais atraída pelo
método, que tem sido usado e indicado para tratar a saúde.
A advogada Luciana Serra Azul Guimarães, 38, estava
havia cinco anos parada, com dores lombares. "Estava certa de que o
pilates era a opção ideal para mim", conta.
No primeiro estúdio em que foi, fez uma aula
experimental e só não começou a prática por falta de horários. Sorte dela: uma
avaliação com fisioterapeuta identificou que o seu problema seria agravado
pelos exercícios de pilates.
"O método é utilizado para tratamentos de
coluna, mas há casos em que pode aumentar a dor e agravar a lesão", diz o
ortopedista Bruno de Biase, do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Só depois de tratar seu problema com outras
técnicas, Luciana foi liberada para fazer pilates.
"A proposta do pilates é interessante, mas
começaram a oferecer mais do que podem dar: faça pilates e você não vai ter
mais dor nas costas, vai ganhar a flexibilidade de um bailarino e o corpo da
Madonna. As coisas não funcionam desse jeito", diz o fisioterapeuta
Leonardo Machado.
A educadora física Gisele Mukai e a fisioterapeuta Amanda Mota no estúdio Physio Pilates, em São Paulo
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pilates
sábado, 6 de julho de 2013
Princípios do Pilates:
RESPIRAÇÃO
A respiração deve ser sempre coordenada com o movimento. A expiração deve ser
forçada e a inspiração, o mais natural possível. Via de regra, expira-se nos
momentos de maior esforço dos movimentos.
Esse
mecanismo utiliza a musculatura profunda do abdômen (oblíquos e transverso do
abdômen), além do assoalho pélvico e eretores profundos da coluna
(principalmente os multífidos). A ativação desta musculatura promove uma melhor
estabilização da região lombo-pélvica durante o exercício.
A
inspiração deve ser enfatizada lateralmente e posteriormente, ou seja,
tridimensional, o que otimiza as trocas gasosas, melhorando a oxigenação dos
tecidos e a capacidade pulmonar.
Este é
o principal princípio e está presente em qualquer escola ou linha de formação.
A respiração adequada favorece a organização do tronco, a sustentação
lombo-pélvica e o relaxamento da musculatura inspiratória acessória dos ombros
e do pescoço.
CENTRO
É também conhecido como “Power House”, ou casa de força, centro de força. É um conjunto de músculos responsáveis pela sustentação da coluna e dos órgãos internos. O fortalecimento desta musculatura proporciona a estabilização do tronco e um alinhamento biomecânico com menor gasto energético. Os músculos são: as quatro camadas do abdômen (reto abdominal, oblíquo externo, oblíquo interno e transverso do abdômen), assoalho pélvico, eretores profundos da coluna, flexores e extensores do quadril. Além dos movimentos em si, a prática da respiração ajuda muito no fortalecimento dessa musculatura.
É também conhecido como “Power House”, ou casa de força, centro de força. É um conjunto de músculos responsáveis pela sustentação da coluna e dos órgãos internos. O fortalecimento desta musculatura proporciona a estabilização do tronco e um alinhamento biomecânico com menor gasto energético. Os músculos são: as quatro camadas do abdômen (reto abdominal, oblíquo externo, oblíquo interno e transverso do abdômen), assoalho pélvico, eretores profundos da coluna, flexores e extensores do quadril. Além dos movimentos em si, a prática da respiração ajuda muito no fortalecimento dessa musculatura.
CONCENTRAÇÃO
É a mente que guia o corpo. Deve-se dar atenção e importância a todas as partes do corpo para que o movimento seja realizado com a maior eficiência possível. É a transformação de um pensamento em movimento. Sempre haverá mais de um aspecto a ser pensado ao mesmo tempo.
É a mente que guia o corpo. Deve-se dar atenção e importância a todas as partes do corpo para que o movimento seja realizado com a maior eficiência possível. É a transformação de um pensamento em movimento. Sempre haverá mais de um aspecto a ser pensado ao mesmo tempo.
CONTROLEÉ o melhor recrutamento da musculatura desejada. Visa um padrão suave e harmônico de movimento. O aprendizado motor dos movimentos também faz parte dos objetivos e benefícios do Pilates e está diretamente relacionado com o princípio da concentração.
PRECISÃO
Diz respeito ao refinamento do controle e equilíbrio dos diferentes músculos envolvidos num movimento, sem gasto desnecessário de energia a partir de contrações inadequadas, sejam elas exageradas ou deficientes.
Diz respeito ao refinamento do controle e equilíbrio dos diferentes músculos envolvidos num movimento, sem gasto desnecessário de energia a partir de contrações inadequadas, sejam elas exageradas ou deficientes.
FLUIDEZ
A fluidez e leveza dos movimentos permitem a utilização apenas da energia necessária para o movimento, sem desperdício. Os movimentos não têm início, meio ou fim. Desta forma, o organismo aproveita a fase concêntrica e excêntrica dos exercícios, resultando num treino equilibrado e funcional e protegendo os tecidos de possíveis desgastes prematuros.
A fluidez e leveza dos movimentos permitem a utilização apenas da energia necessária para o movimento, sem desperdício. Os movimentos não têm início, meio ou fim. Desta forma, o organismo aproveita a fase concêntrica e excêntrica dos exercícios, resultando num treino equilibrado e funcional e protegendo os tecidos de possíveis desgastes prematuros.
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