sábado, 6 de julho de 2013

Princípios do Pilates:


RESPIRAÇÃO
A respiração deve ser sempre coordenada com o movimento. A expiração deve ser forçada e a inspiração, o mais natural possível. Via de regra, expira-se nos momentos de maior esforço dos movimentos.
Esse mecanismo utiliza a musculatura profunda do abdômen (oblíquos e transverso do abdômen), além do assoalho pélvico e eretores profundos da coluna (principalmente os multífidos). A ativação desta musculatura promove uma melhor estabilização da região lombo-pélvica durante o exercício.
A inspiração deve ser enfatizada lateralmente e posteriormente, ou seja, tridimensional, o que otimiza as trocas gasosas, melhorando a oxigenação dos tecidos e a capacidade pulmonar.
Este é o principal princípio e está presente em qualquer escola ou linha de formação. A respiração adequada favorece a organização do tronco, a sustentação lombo-pélvica e o relaxamento da musculatura inspiratória acessória dos ombros e do pescoço.
CENTRO
É também conhecido como “Power House”, ou casa de força, centro de força. É um conjunto de músculos responsáveis pela 
sustentação da coluna e dos órgãos internos. O fortalecimento desta musculatura proporciona a estabilização do tronco e um alinhamento biomecânico com menor gasto energético. Os músculos são: as quatro camadas do abdômen (reto abdominal, oblíquo externo, oblíquo interno e transverso do abdômen), assoalho pélvico, eretores profundos da coluna, flexores e extensores do quadril. Além dos movimentos em si, a prática da respiração ajuda muito no fortalecimento dessa musculatura.
CONCENTRAÇÃO
É a mente que guia o corpo. Deve-se dar atenção e importância a todas as partes do corpo para que o movimento seja realizado com a maior eficiência possível. É a transformação de um pensamento em movimento. Sempre haverá mais de um aspecto a ser pensado ao mesmo tempo.
CONTROLE
É o melhor recrutamento da musculatura desejada. Visa um padrão suave e harmônico de movimento. O aprendizado motor dos movimentos também faz parte dos objetivos e benefícios do Pilates e está diretamente relacionado com o princípio da concentração.
PRECISÃO
Diz respeito ao refinamento do controle e 
equilíbrio dos diferentes músculos envolvidos num movimento, sem gasto desnecessário de energia a partir de contrações inadequadas, sejam elas exageradas ou deficientes.
FLUIDEZ
A fluidez e leveza dos movimentos permitem a utilização apenas da energia necessária para o movimento, sem desperdício. Os movimentos não têm início, meio ou fim. Desta forma, o organismo aproveita a fase concêntrica e excêntrica dos exercícios, resultando num treino equilibrado e funcional e 
protegendo os tecidos de possíveis desgastes prematuros.


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Pilates Master , Pilates na Melhor Idade

A porcentagem elevada de pessoas idosas em uma sociedade constitui um índice de progresso e desenvolvimento. Ver cada vez mais idosos nas ruas é motivo de satisfação: isso representa uma vitória em relação ao tempo. Contudo, a preocupação não deve ser quantos anos a pessoa irá viver, mas, sim, de que forma esses anos serão vividos e em que estado de saúde e de espírito.

São muitos os benefícios proporcionados pelo Pilates aos idosos: alívio da dor, principalmente as lombares, maior percepção dos movimentos, fortalecimento muscular, maior equilíbrio, aumento da flexibilidade (musculatura mais alongada), alívio do estresse, entre outros. A grande vantagem está na melhora da auto-estima do praticante, uma vez que ele consegue realizar uma série de exercícios físicos que até então não se julgava capaz. Tudo em benefício dos mais idosos ou de quem tem algum problema de saúde que causa limitações físicas.
Fazer Pilates não é mérito só de pessoas mais jovens. O Pilates oferece um atendimento personalizado para idosos, realizando um trabalho corporal direcionado às pessoas com limitações físicas de acordo com a idade.
O aumento do equilíbrio corporal também é um grande avanço, já que o idoso tem seu equilíbrio comprometido devido à idade. Tudo isso sem nenhum risco de lesão corporal, já que Pilates é um trabalho aplicado com uma grande margem de segurança, não cansa e não causa dores musculares posteriores.
O maior equilíbrio muscular possibilita realizar com mais conforto as tarefas do dia-a-dia, dá mais energia.
O respeito aos limites do corpo evita lesões e desgaste físico; a respiração correta aumenta a capacidade pulmonar e melhora a circulação;
As aulas podem ser: individuais ou em duplas. Isso acontece para que as séries possam ser adaptadas às necessidades de cada praticante e também para que o instrutor possa dedicar atenção à qualidade dos movimentos de cada aluno. Este diferencial privilegia o idoso, já que ele pode se concentrar mais e fazer as sessões com privacidade.
É altamente recomendado nesta fase da vida, pois nossos fisioterapeutas-intrutores proporcionam um acompanhamento detalhado durante a prática de exercícios.

Além disso, somos treinados para perceber as capacidades de cada individuo e a partir daí programar as aulas, deste modo, obtendo excelentes resultados no que diz respeito a equilíbrio, força, coordenação motora, alongamento e respiração.

Joseph Pilates (inventor do Pilates) aos 51anos, depois aos 82 anos.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Depilação LASER
















Próxima Data: 20/06/13

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Entender a dor nas costas


Entender a dor nas costas
Outro passo muito importante para a melhora é entender o que é a dor. A maioria das pessoas, inclusive os profissionais de saúde tem uma visão muito simplista do que a dor vem a ser. A dor para nós representa alguma parte que foi lesionado ou está para ser.
Uma terminação nervosa especializada sente essa dor e envia uma mensagem à medula espinhal e ao cérebro, onde então percebemos a dor. Afinal, não é por isso que necessitamos sentir dor? Para podemos saber quando estamos nos machucando ou a ponto de nos machucar. No entanto, essa visão simplista da dor não explica por que – quando o médico lhe disse que não conseguiu encontrar nada de errado – e a cirurgia que removeu o que estava causando a lesão – e você está todo curado – mesmo assim, ainda sente dor.
Dor e neurotransmissores
Essa visão da dor também não explica por que, quando estamos frustrados ou bravos, nossa dor parece piorar muito. E quando estamos distraídos, assistindo um filme ou envolvidos numa boa conversa, nossa dor parece menor. Um novo conceito de dor está surgindo que pode explicar essas coisas. Esse conceito se baseia no fato de que há substâncias químicas de ocorrência natural usadas pelo sistema nervoso para transmitir mensagens de dor. Essas se chamam “neurotransmissores” e existem diversos tipos. Alguns desses neurotransmissores, como as endorfinas, da qual você já deve ter ouvido falar, podem ajudar a diminuir a dor. Existem outros neurotransmissores que podem aumentar a dor.
Uma teoria relativa à dor crônica é que o sistema nervoso está com um desequilíbrio desses neurotransmissores de ocorrência natural. Os que ajudam a diminuir a dor não parecem estar funcionando bem – e os que aumentam a dor parecem estar funcionando de modo excessivo. É quase como se um interruptor químico tivesse sido ligado e não se desliga. Nessas situações, a mensagem de dor que está sendo enviada não significa que algo esteja lesionado ou a ponto de ser. Assim sendo, não é uma mensagem útil para nós e o sistema não está funcionando como deveria.
Ou talvez você se encontre numa situação em que há a presença de um processo doentio, como a artrite degenerativa, que continua a enviar mensagens de dor. No entanto, essas mensagens de dor também não são úteis, pois não há nada que se possa fazer a respeito da artrite. A teoria de que a dor crônica é um desequilíbrio de neurotransmissores químicos também explica como nosso estado emocional e comportamentos podem afetar nossa dor.
Efeitos do comportamento e das emoções
Nossos comportamentos e nosso estado emocional modificam a química de nosso sistema nervoso, assim acentuando ou diminuindo nossa dor. Com esse novo conceito, muito mais complexo do que é a dor, podemos entender que há muitas outras abordagens que podem ajudar a administrar a dor crônica que o acomete.
Consequências emocionais da dor nas costas
Além de enfocar os componentes físicos da dor, é importante não fazer vista grossa para as consequências emocionais da dor crônica. Raiva, frustração e depressão alteram a química neuronal e realmente aumentam a dor. No entanto, com uma combinação de meditação, técnicas respiratórias e aconselhamento psicológico para aprender a lidar com estratégias de adaptação, essas consequências emocionais podem ser tratadas com eficácia.
Para alguns de meus pacientes eu até recomendo coisas como terapia de humor ou que ele façam algo que lhes agrada diariamente, como dança. Essas coisas são realmente muito acessíveis. Pode-se assistir a algum programa cômico na TV, alugar uma comédia ou ler textos bem humorados. Da mesma forma, é simples escutar música e movimentar-se suavemente ao seu ritmo, mesmo estando sentado. É interessante notar que essas coisas foram estudadas e também demonstraram que mudam aqueles neurotransmissores de um modo positivo para ajudar a diminuir a dor.
Sentir-se melhor
Uma combinação dessas intervenções com as mais tradicionais podem não eliminar a dor completamente, mas muitos pacientes de dor crônica atestam que se sentem melhor e então se capacitam a serem mais ativos, a fazer as coisas que gostam e aproveitam a vida. Ou seja, eles realmente aprendem a conviver com a dor.
Talvez a última coisa que você queira fazer quando tem dor crônica é se exercitar, pois isso parece ser um acréscimo à dor. Mas se você não se exercita, o corpo fica fora de forma – os músculos perdem o tônus, por exemplo – e a dor realmente aumenta porque o corpo não está funcionando tão bem como deveria.
É provável que exercício e atividade física em geral, por mais difícil que possa parecer, venha a ser parte do seu plano de tratamento para a dor crônica. É passado o tempo em que o médico o aconselharia a ficar acomodado na cama. Talvez lhe digam para descansar um pouco (talvez por cerca de um dia), mas você também será incentivado a voltar a se movimentar.

·         Converse com seu médico ou fisioterapeuta sobre o tipo de exercício físico que lhe faria bem. É preciso levar em conta a dor, o grau de forma física e as atividades que você aprecia. Um fisioterapeuta pode lhe ajudar a desenvolver um plano regular de exercícios físicos que lhe permita dar continuidade, um plano que não o sobrecarregue.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...